Nova Carteira de Identidade Nacional é dez vezes mais segura que o antigo RG, afirma ministra
- Fernando Junior
- 5 de jan
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Com mais de 40 milhões de documentos emitidos em todo o país, a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já demonstra avanços significativos em segurança e confiabilidade. Segundo a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, o novo modelo é até dez vezes mais seguro do que o antigo Registro Geral (RG), especialmente no combate a fraudes de identidade.
De acordo com a ministra, a CIN representa mais do que um documento de identificação. Ela foi concebida como porta de entrada para uma plataforma integrada de serviços públicos, permitindo que o Estado conheça melhor o cidadão e ofereça políticas e serviços de forma mais personalizada, com maior eficiência e proteção de dados.
A Carteira de Identidade Nacional adota o CPF como número único de identificação e está disponível nos formatos digital, papel e cartão. O documento conta ainda com código QR, o que reforça a autenticidade das informações e a segurança contra falsificações. A primeira emissão em papel é gratuita para o cidadão.
Outro ponto destacado é o uso da CIN como base biométrica para o acesso a benefícios sociais. A partir de janeiro de 2028, a posse do novo documento será obrigatória para quem desejar solicitar novos benefícios, fortalecendo os mecanismos de controle e evitando fraudes nos programas sociais.
A emissão do documento é de responsabilidade dos estados, que vêm acelerando o processo. O cidadão deve realizar o agendamento no órgão estadual responsável e comparecer na data marcada com a documentação exigida. A CIN permite ainda a inclusão de diversas informações adicionais, como tipo sanguíneo, de acordo com os documentos apresentados no momento da emissão.
Além da nova identidade, a ministra abordou temas como o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), que tem como objetivo ampliar a diversidade no serviço público, e a estratégia de uso das compras públicas como instrumento de desenvolvimento econômico, social, ambiental e de gestão, com maior integração entre União, estados e municípios.





