IPAC celebra ancestralidade e arte negra com duas grandes exposições
- Fernando Junior
- 22 de nov. de 2025
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O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) estreou duas novas exposições nos museus sob sua gestão, como parte da programação do Novembro Negro. A iniciativa reforça o compromisso institucional com a valorização da cultura afro-brasileira e a representatividade em espaços simbólicos da Bahia.
No Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_BAHIA), a mostra “Do pranto o oceano, e nadamos no amor”, de Zéh Palito, traz pinturas, instalações, esculturas e murais. As obras são uma fusão entre cultura pop, estética tropical e temas sociais, com homenagens a ícones artísticos baianos como Mestre Didi, Rubem Valentim, Yedamaria e outros.
Já no Museu de Arte da Bahia (MAB), foi aberta a exposição “Arte Africana: Máscaras e Esculturas”, com cerca de 300 peças da Coleção África. Bahia A curadoria destaca a riqueza simbólica, ritual e estética das culturas africanas por meio de objetos como bronzes, adornos, apoios de nuca, tecidos e utensílios tradicionais.
As exposições funcionam como diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, permitindo ao público vivenciar narrativas históricas e atuais da cultura negra. Bahia Além de exibir arte, o IPAC oferece ações educativas e de inclusão para engajar visitantes em reflexões sobre memória, identidade e pertencimento.





