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Bahia reduz dívida em R$ 2,6 bilhões e lidera investimentos entre os estados em 2025

FOTO: Feijão Almeida/GOVBA
FOTO: Feijão Almeida/GOVBA

A gestão das contas do Estado da Bahia em 2025 foi marcada pela redução de R$ 2,6 bilhões no total da dívida pública, pela conquista inédita da liderança em investimentos entre os estados brasileiros e pela manutenção do equilíbrio fiscal. Os resultados são atribuídos ao aprofundamento da Agenda Bahia de Gestão, que reúne políticas de qualidade do gasto público, modernização do fisco e combate à sonegação.


Entre janeiro e agosto, o governo baiano desembolsou R$ 4,12 bilhões em investimentos nas áreas social e de infraestrutura, superando São Paulo, que investiu R$ 3,66 bilhões no mesmo período. Trata-se da primeira vez, em mais de uma década, que a Bahia ultrapassa o estado mais rico do país em volume absoluto de investimentos. Desde janeiro de 2023, a atual gestão já aplicou R$ 20,2 bilhões.


No mesmo período, a dívida consolidada do Estado caiu de R$ 35,3 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 32,7 bilhões em outubro de 2025. A relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida também apresentou recuo, passando de 37% para 31%, evidenciando a sustentabilidade fiscal mesmo com a contratação de operações de crédito.


Segundo a Secretaria da Fazenda da Bahia, a redução da dívida se explica pelo cumprimento rigoroso do cronograma de amortizações e pelo perfil de bom pagador do Estado. Do total dos investimentos realizados, 74% foram financiados com recursos próprios, respeitando a regra de ouro das finanças públicas e reforçando a solidez do caixa estadual.


A Agenda Bahia de Gestão também engloba ações estruturantes como a modernização do fisco, a preparação para a transição ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o fortalecimento do programa de Qualidade do Gasto Público, que já gerou economia real de R$ 9,4 bilhões em dez anos. Em 2025, a atuação integrada no combate à sonegação permitiu a recuperação de R$ 145,2 milhões em créditos tributários, ampliando a capacidade de investimento do Estado.

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