YIA combina tecnologia, dados e cuidado para ajudar empresas a reduzir custos
- há 7 minutos
- 3 min de leitura

Para os departamentos de Recursos Humanos, administrar o plano de saúde deixou de significar apenas escolher uma operadora e acompanhar contratos. Entre reajustes, utilização do benefício, movimentações cadastrais, atendimento aos colaboradores, indicadores de saúde e controle de custos, a gestão do benefício pode consumir tempo da equipe e, ao mesmo tempo, representar uma das despesas mais relevantes da empresa. É diante desse desafio que a YIA, consultoria de seguros e benefícios com mais de 18 anos de atuação, apresenta seu posicionamento como CareTech, unindo tecnologia, dados e atendimento especializado para transformar a gestão da saúde corporativa.
A proposta da empresa é atuar como uma extensão estratégica do RH, assumindo parte das atividades operacionais e oferecendo informações para que os gestores possam tomar decisões mais assertivas sobre o benefício. Em vez de atuar apenas na contratação ou intermediação com operadoras, a YIA acompanha diferentes etapas da jornada de saúde, com soluções que incluem gestão operacional, gestão de saúde, inteligência de risco, telemedicina, concierge, perfil de saúde, prevenção e acompanhamento de indicadores.
Para o RH, a mudança significa ter uma estrutura capaz de transformar um benefício tradicionalmente complexo em uma frente de gestão mais organizada e orientada por dados. A partir do acompanhamento da população beneficiária, a YIA busca identificar padrões de utilização, possíveis riscos e oportunidades de redução de desperdícios, permitindo que a área de Recursos Humanos tenha maior visibilidade sobre onde os recursos destinados à saúde estão sendo empregados. “O RH não deveria precisar escolher entre cuidar das pessoas e controlar os custos do benefício. A nossa proposta é justamente aproximar essas duas necessidades. Com dados, tecnologia e uma equipe especializada acompanhando a jornada de saúde, conseguimos apoiar o RH para que ele tenha mais previsibilidade financeira, mais informação para tomar decisões e, principalmente, ofereça uma experiência melhor aos colaboradores”, afirma Dyla de Toledo, CEO da YIA.
Um dos principais desafios para as empresas está na quantidade de processos que envolvem a administração dos benefícios. Inclusões e exclusões, movimentações cadastrais, faturamento, autorizações, dúvidas dos colaboradores, relacionamento com operadoras e acompanhamento de indicadores podem tirar das equipes de RH tempo que poderia ser dedicado a iniciativas de maior impacto para o negócio. A empresa busca centralizar parte dessas demandas por meio de sua Gestão Operacional, criando uma estrutura de suporte para o RH e para os beneficiários. O objetivo é reduzir a carga administrativa da área e facilitar o acompanhamento das informações relacionadas ao benefício.
O concierge de saúde amplia esse suporte diretamente ao colaborador. A ferramenta funciona como um atendimento personalizado para auxiliar em demandas como agendamento de consultas e exames, autorizações e resolução de pendências junto às operadoras. Com isso, o colaborador encontra um canal de apoio mais próximo, enquanto o RH reduz a necessidade de atuar diretamente em questões operacionais do dia a dia.
Outro ponto estratégico para os gestores de Recursos Humanos é o impacto dos reajustes dos planos de saúde no orçamento empresarial. Em muitos casos, as negociações são conduzidas a partir de informações limitadas, dificultando a avaliação sobre a real necessidade dos índices apresentados pelas operadoras. A Gestão de Risco Preditiva da YIA utiliza relatórios analíticos e modelagem preditiva para analisar o comportamento da população segurada, identificar fatores de custo e projetar possíveis cenários. A intenção é permitir que a empresa chegue às negociações com maior embasamento técnico.
Um caso apresentado pela companhia demonstra esse potencial. Diante de uma proposta de reajuste de 17%, a YIA realizou uma auditoria dos dados da população segurada e identificou um perfil considerado saudável. Com base nessa análise, a empresa conseguiu contestar tecnicamente o índice proposto e, segundo o case, reduzir o reajuste de 17% para 0%, mantendo o valor do ano anterior. Mais do que buscar uma economia pontual, a proposta é criar uma gestão contínua dos custos, permitindo que o RH acompanhe indicadores e identifique antecipadamente situações que possam pressionar o orçamento.


