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Turismo brasileiro cresce 6,1% até julho de 2025 com impulso em hospedagem e transporte aéreo

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O turismo brasileiro registrou uma expansão de 6,1% no acumulado de janeiro a julho de 2025 em comparação ao mesmo período de 2024, segundo dados do Ministério do Turismo. O resultado marca 14 meses seguidos de crescimento, demonstrando forte recuperação no setor.



Entre os segmentos que mais contribuíram para esse desempenho estão transporte aéreo de passageiros, serviços de reserva e hospedagem, hotéis, restaurantes e alimentação. A retomada de voos, melhoria na malha aérea doméstica e promoção de destinos emergentes ajudam a explicar parte dessa evolução.


As regiões Sudeste e Sul tiveram destaque, com São Paulo e Rio de Janeiro liderando em termos de crescimento regional, tanto pela oferta de voos quanto pela variedade de opções turísticas. Estados com tradição turística também viram aumento no fluxo de visitantes.


O fortalecimento do turismo doméstico pessoas viajando dentro do Brasil também aparece como motor importante. Dados apontam que feriados prolongados, pacotes promocionais de hotéis e melhoria de infraestrutura em destinos menos procurados contribuíram para distribuir melhor o fluxo turístico.


Apesar dos números positivos, há desafios pendentes. Entre eles, a elevação de custos de energia, combustível, transporte terrestre e logística impacta no preço final para o turista, assim como a manutenção da qualidade dos serviços em destinos que cresceram rapidamente.


Especialistas avaliam que para manter o ritmo, será necessário investimento contínuo em infraestrutura, transporte, capacitação de mão de obra para atendimento, sinalização turística, saneamento básico em destinos menores, além de políticas de turismo sustentável.


Além disso, ações de marketing e promoção internacional têm papel estratégico para atrair turistas estrangeiros e consolidar o Brasil como destino competitivo globalmente. A diversificação de roteiros promoção de destinos de natureza, cultura, ecoturismo e turismo de aventura também são vistas como tendência forte.


O governo afirma que pretende criar incentivos para estimular destinos de menor porte, com recursos para promoção, acessos rodoviários, capacitação local e estrutura de apoio restaurantes, hospedagens, guias para evitar que o crescimento ocorra só nos grandes centros.

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