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Tradição e ancestralidade marcam a final do 51º Festival de Música Negra do Ilê Aiyê

​50º Festival de Música Negra do Ilê Aiyê. Foto: Fafá Araújo.
​50º Festival de Música Negra do Ilê Aiyê. Foto: Fafá Araújo.

Em clima de Pré-Réveillon, o Ilê Aiyê vai revelar neste domingo (28) as seis novas canções que passam a compor, a partir de 2026, o repertório do Mais Belo dos Belos, durante a 51ª edição do Festival de Música Negra. No Largo Quincas Berro D’Água, o público confere, a partir das 14h30, a apresentação das 16 composições finalistas das categorias “Tema” e “Poesia”, escolhidas entre mais de 100 músicas inscritas. As obras dialogam com o tema do próximo Carnaval do Ilê: “Turbantes e Cocares: a história de resistência do povo afro e indígena de Maricá”.


Além da anfitriã da noite, a Band’Aiyê, o palco recebe o grupo de samba afro-baiano Omo Obá, que levará ao festival uma sonoridade marcada pela força da percussão, do axé e pela preservação das raízes do samba da Bahia. Referência na valorização da música negra, da criação autoral e da afirmação da identidade afro-brasileira, o festival se consolida como um dos mais longevos e relevantes da música brasileira. Ao fim das performances, a comissão julgadora irá definir as grandes vencedoras que darão continuidade e frescor ao repertório da Band’Aiyê no Carnaval e em outras apresentações do bloco.

 
 
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