top of page

São Paulo registra a primeira morte por dengue em 2026 e acende alerta no início do verão

O estado de São Paulo confirmou a primeira morte por dengue em 2026, registrada no município de Nova Guataporanga. O óbito, confirmado pelas autoridades de saúde, ocorre logo no início do verão e reforça a necessidade de atenção redobrada para o monitoramento das arboviroses no país.


Segundo os órgãos de vigilância, o caso levou à intensificação das ações de acompanhamento epidemiológico na região. A dengue apresenta maior incidência nos meses mais quentes e chuvosos, período favorável à proliferação do mosquito transmissor, o que amplia o risco de novos casos e de agravamento do quadro em pessoas vulneráveis.


As autoridades destacam que a confirmação do primeiro óbito do ano serve como sinal de alerta para a população e para os gestores públicos. Medidas de prevenção, como eliminação de focos de água parada, uso de repelentes e atenção aos sintomas iniciais, são consideradas fundamentais para conter a circulação do vírus.


A Secretaria de Saúde reforçou que sintomas como febre alta, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas na pele e sinais de alerta, como dor abdominal intensa e sangramentos, exigem procura imediata por atendimento médico. O diagnóstico precoce é essencial para reduzir o risco de complicações e mortes.


Especialistas alertam que o aumento de casos de dengue nos primeiros meses do ano pode sobrecarregar os serviços de saúde. A integração entre vigilância epidemiológica, atenção básica e campanhas de conscientização é apontada como estratégia central para enfrentar o avanço da doença.


Com a confirmação da primeira morte por dengue em 2026, o estado reforça o chamado à prevenção coletiva. A mobilização da população e o fortalecimento das ações de controle do mosquito são considerados decisivos para evitar um novo cenário de alta transmissão ao longo do verão.






 
 
bottom of page