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O impacto direto das mudanças climáticas na saúde do cérebro

  • 15 de mai.
  • 1 min de leitura
Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O aumento na frequência de oscilações térmicas abruptas tem provocado um desconforto imediato em grande parte da população: a cefaleia desencadeada pela variação climática. Fenômenos como a chegada de frentes frias, picos de calor ou a proximidade de chuvas são apontados como gatilhos frequentes por quem convive com o problema. A propósito do Dia Nacional de Combate à Cefaleia, em 19 de maio, especialistas reiteram que a influência do clima nas dores de cabeça é clinicamente comprovada e amplamente difundida.


Mudanças bruscas de temperatura são gatilhos certeiros para quem sofre de dor de cabeça. O neurocirurgião Otávio Turolo, explica que o nosso corpo depende da rotina para funcionar bem. Quando o clima muda de repente — esfriando ou esquentando rápido —, o organismo se sobrecarrega para se adaptar, desencadeando crises de cefaleia e enxaqueca em pessoas predispostas.


Apesar de muitos considerarem um exagero ou pura superstição, a ciência já comprova o impacto do clima nas dores de cabeça. Segundo o especialista Turolo, há quem evite associar o mal-estar à proximidade da chuva por receio de parecer crendice, embora o fenômeno tenha uma justificativa biológica clara. Entre os principais gatilhos meteorológicos estão as oscilações de temperatura, umidade e pressão atmosférica. Turolo ressalta que o choque térmico se tornou um grande vilão no cotidiano atual: passar abruptamente de um escritório com ar-condicionado para o calor da rua é o suficiente para disparar a crise.


 
 
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