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Cresce a busca por experiências gastronômicas imersivas nas capitais brasileiras

Foto: Divulgação/Lasai
Foto: Divulgação/Lasai

Em 2025, capitais como São Paulo, Recife, Curitiba e Fortaleza passaram a receber um número crescente de projetos gastronômicos que combinam arte, tecnologia e culinária de forma totalmente integrada. Esses restaurantes não se limitam ao prato: a experiência começa na porta, com recepcionistas caracterizados, efeitos de luz sincronizados com cada etapa do menu, aromas emitidos no ambiente e trilhas sonoras compostas exclusivamente para a narrativa daquele jantar.


Os jantares às cegas se tornaram os mais populares. Neles, o público é guiado por narradores que descrevem ambientes inexistentes, estimulando imaginação e foco total no paladar. Já os menus ocultos — nos quais o cliente só descobre o que comeu ao final — atraem pessoas que gostam de surpresa e sensações inesperadas. Muitas casas utilizam realidade aumentada para projetar paisagens ou memórias enquanto o prato é servido, conectando emoção à degustação.


Essa tendência também fortalece a economia criativa: teatros produzem performances para restaurantes, artistas visuais criam cenários, DJs compõem trilhas sonoras imersivas, e artesãos fornecem louças exclusivas. As reservas dispararam, especialmente entre turistas internacionais, que enxergam o Brasil como um polo de inovação sensorial.


Empresários estimam que o setor crescerá até 40% nos próximos anos, impulsionado pela busca de experiências únicas, perfeitas para redes sociais e influenciadores.

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