Coletivo Trippé leva a circulação do espetáculo ‘Debaixo D’Água’ a Feira de Santana no Quarta Que Dança
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O Coletivo Trippé segue na estrada com o espetáculo infantil “Debaixo D’Água” pelo Quarta Que Dança 2026. Essa semana, a obra será apresentada em Feira de Santana (BA), nesta quarta-feira (19). A sessão é gratuita e ocorre às 15h no Teatro Carlos Pitta, no complexo do Centro de Convenções de Feira de Santana. Serão recebidas mais de 600 crianças da rede pública de ensino em um programa de mediação cultural. "Debaixo D'Água" reúne quatro bailarinos que brincam com objetos recicláveis em uma coreografia lúdica sobre o universo da água, chamando atenção para o cuidado com o meio ambiente. A obra, que estreou em 2018, já foi apresentada mais de 80 vezes, em temporadas e festivais por diversos estados brasileiros.
“Estamos com muita expectativa por essa apresentação, saber que tantas crianças chegarão a esse equipamento cultural através da nossa proposta é empolgante. Encontrar os pequenos espectadores e possibilitar que viagem através da arte é o que dá o sentido da nossa dança”, diz o bailarino Wagner Damasceno.
Acompanhando o espetáculo, o coletivo tem oferecido a atividade formativa “Corpo e Ludicidade - criando dança para crianças”. Durante três horas, o o bailarino e diretor Adriano Alves apresenta o processo criativo de suas obras em uma oficina gratuita voltada para artistas. Em Feira, a atividade será de 18h às 21h, também no Centro de Convenções. As inscrições são gratuitas e feitas por ordem de chegada.
Essa circulação já passou pelas cidades de Sobradinho (BA) e Irecê (BA) nas primeiras semanas de agosto. O encerramento será em Salvador (BA), no dia 26, às 14h30, no Espaço Xisto Bahia. “Sendo um grupo do interior do estado, poder circular pelas cidades de diversas regiões é algo muito satisfatório. O Quarta Que Dança possibilita que espetáculos que já rodaram festivais de todo o país, como o nosso, possam ser assistidos em casa e com nossos vizinhos de municípios. É um projeto extremamente importante para a sedimentação da cena da dança baiana”, afirma o diretor e oficineiro Adriano Alves.


