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Benefícios do INSS acima do salário mínimo são reajustados em 3,9% a partir de 2026

Os segurados da Previdência Social que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 3,9%, conforme a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os novos valores foram oficializados por portaria interministerial e têm validade desde 1º de janeiro de 2026. Com a atualização, o teto dos benefícios pagos pelo INSS passa de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55.


Atualmente, mais de 12,2 milhões de benefícios são pagos com valores superiores ao piso nacional, que em 2026 passa a ser de R$ 1.621,00. De acordo com o calendário do INSS, os segurados que recebem acima do mínimo começam a perceber os valores reajustados a partir do dia 3 de fevereiro.


Além do reajuste dos benefícios, também foram atualizadas as faixas de contribuição previdenciária dos trabalhadores empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos. As alíquotas seguem o modelo progressivo, variando conforme a faixa salarial, e incidem sobre as remunerações a partir de janeiro de 2026, com recolhimento a partir de fevereiro, já que as contribuições são pagas no mês seguinte ao trabalhado.


O piso previdenciário, que corresponde ao valor mínimo dos benefícios do INSS, como aposentadorias, auxílios e pensões, permanece equiparado ao salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00. O mesmo valor é aplicado ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), à renda mensal vitalícia e às pensões especiais destinadas a dependentes das vítimas de hemodiálise de Caruaru. Já o benefício pago a seringueiros e seus dependentes passa a ser de R$ 3.242,00.


A atualização também alcança o salário-família, cuja cota mensal passa a ser de R$ 67,54 para segurados com remuneração de até R$ 1.980,38. Os percentuais de reajuste variam conforme a data de início do benefício, sendo aplicados de forma proporcional aos benefícios concedidos ao longo de 2025.

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