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Bahia cria 8,4 mil novos empregos formais em abril e segue em expansão

  • 29 de mai.
  • 2 min de leitura
Foto: Rafael Martins/GOVBA.
Foto: Rafael Martins/GOVBA.

A Bahia registrou a criação de 8.461 novos empregos com carteira assinada em abril, acumulando o quarto mês consecutivo de saldo positivo no ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, e foram compilados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento (Seplan).


Três dos cinco grandes setores econômicos da Bahia geraram empregos em abril, liderados por serviços (4.788 vagas), construção (3.124) e indústria geral (2.098). Com uma alta de 0,39% no estoque de empregos, o estado superou o ritmo de crescimento do Nordeste (+0,24% e 18.714 vagas) e do Brasil (+0,18% e 85.888 vagas) no período.


O emprego formal cresceu em 24 das 27 unidades federativas em abril, com a Bahia registrando o quarto maior saldo do país. No Nordeste, onde apenas dois estados não tiveram alta, o mercado de trabalho baiano liderou a região tanto em termos absolutos quanto relativos.


Acumulado do ano - No agregado do ano, de janeiro a abril, a Bahia preencheu 37.959 novas vagas – aumento de 1,78% em relação ao total de vínculos do começo do ano. De janeiro a abril, quatro dos grandes grupamentos registraram resultado positivo. O setor de serviços foi o de maior saldo, com 23.595 vagas. Em seguida, o segmento de construção alcançou 11.021 empregos, enquanto a indústria geral somou 5.880 vínculos e o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura apontou 612 empregos.


O crescimento do emprego também foi observado no Brasil e no Nordeste no ano, com 699.762 e 70.137 novas vagas, respectivamente – altas de 1,49% e 0,89% em relação ao quantitativo do início de 2026. A Bahia apresentou alta de 1,78%, dessa forma, exibiu um crescimento relativo maior tanto do que o do Nordeste quanto do que o do país.


No acumulado do ano, 26 unidades federativas contaram com aumento de empregos celetistas. A Bahia exibiu o sétimo maior saldo agregado do país e o maior do Nordeste. Em termos relativos, a Bahia se posicionou na décima colocação no país e na primeira posição na região nordestina.


 
 
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